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Câmara  Municipal de CoimbraMercado D. Pedro V
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1840 | 13 de Junho 
- Decidida a transferência das vendeiras de cereais do Mercado de Sansão para o Pátio de Santa Cruz (que correspondia à actual localização da Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes.


1857 | 6 de Maio
- Decidida a mudança do mercado dos cereais para a antiga Horta do Mosteiro de Santa Cruz, no local correspondente à actual localização do Mercado.


1858
- É apresentado um projecto para a construção de um mercado, da autoria do inglês Hardy Hislop, indicando dois locais possíveis: a Horta de Santa Cruz e a Sota.


1866 | 5 de Janeiro 
- É escolhida a Horta de Santa Cruz como local de construção do Mercado.


1866
- Todo a ano de 1866 foi testemunha de inúmeras controvérsias geradas na cidade a propósitos da localização escolhida, envolvendo inclusivamente petições para a Câmara dos Deputados, onde viria a ser aprovado o empréstimo de 13.000$000 reis para a construção.


1866 | Outubro
- Início das obras de construção do Mercado na Horta de Santa Cruz.


1867 | 21 de Outubro
- Foi decidido atribuir ao Mercado o nome de Mercado D. Pedro V, em homenagem ao monarca e aprovado o primeiro regulamento.


1867 | 17 de Novembro
- Festejos de Inauguração do Mercado D. Pedro V (curiosamente, a primeira inauguração do Mercado, ocorreu no mesmo dia -134 anos antes - da inauguração do actual Mercado Municipal D. Pedro V, ocorrida em 2001.


1872
- Foram iniciadas algumas obras de reparações no Mercado, por se ter concluídos terem sido insuficientes as obras antes realizadas.


1882 | 23 de Agosto
- Por proposta do Barão de Matosinhos, é apresentada proposta para a construção de um ascensor de acesso à Alta, obra que a Câmara veio a concretizar no ano de 2001.


1899 | 12 de Janeiro
- Foi decidido mandar executar a vedação do recinto do Mercado.


1902 | 23 de Janeiro
- Foi aprovado o projecto da autoria do Arqº. Silva Pinto para a construção do pavilhão de venda de peixe.


1903 | 11 de Março
- Dia de uma ruidosa manifestação na cidade por parte das vendedeiras do Mercado  e das padeiras de boroa das Carvalhosas, que ficou conhecida como a “Revolta do Grelo”, em protesto pela chamada “Lei do Selo”, com a qual eram substancialmente agravados os impostos, nomeadamente dos vendedores do Mercado.


1903 | Outubro 
- O projecto e o orçamento – de 10 contos de reis – são aprovados pelo Ministro do Reino.


 

1905
- São iniciadas as obras de construção do Pavilhão do Peixe, que foram concluídas em 1907.


 

1906
- Foi construído em frente ao pavilhão do peixe um posto de inspecção destinado à análise dos produtos aí vendidos, e que se manteria até 1939, ano em que é demolido, passando a inspecção a fazer-se dentro do próprio pavilhão.


 

1909 | 11 de Fevereiro
- Foi aprovado um estudo da autoria do mesmo Arqº. Silva Pinto, destinado à construção de um novo mercado, enquadrado na famosa arquitectura do ferro e do vidro, tão comum na época, que nunca foi concretizado.


 

1911
- As vedações em madeira são substituídas por muros de pedra e cal.


 

1912
- Foram instaladas bancas de mármore na Praça do Peixe para a exposição dos géneros.


 

1914
- Iniciam-se novamente fortes polémicas a favor da construção de um novo mercado, voltando acesas discussões quanto à sua localização, tendo mesmo sido aberto em concurso para o efeito em 26 de Março de 1925, o qual, porém, haveria de ficar deserto.


 

1926 | Janeiro  
- É apreciada na Câmara e não aprovada uma proposta visando a criação de dois mercados, para substituição do antigo: um, no Terreiro da Erva, com frente para a Rua da Sofia, e um outro ao fundo das Escadas do Liceu – A esta se seguiram outras ideias e outros estudos e projectos ao longo dos anos que nunca viriam a ser concretizados.


 

1928 | 27 de Março
- São anunciadas e iniciadas obras de remodelação, menos abrangentes do que as previstas no concurso lançado em 1925, mas que, não obstante, constituíram uma das grandes intervenções no mercado, nomeadamente a construção dos patamares desnivelados até à Rua Martins de Carvalho e o portão de ligação a esta, melhoramento das condições de higiene e outras.


 

1930
- As obras de remodelação ainda continuam e é construída uma nova cobertura no Pavilhão do Peixe.


 

1932
- Foi construído o pavilhão central do mercado de então.


 

1932
- Foi aprovada a construção do quiosque junto à entrada do Mercado (condicionada a nele não se poder vender vinho) e que veio mais tarde a ser conhecido como o “Bar D. Pedro V”, que resistiu até à reconstrução operada em 2001 e se mantém no Mercado, embora noutro local.


 

1942
- São novamente efectuadas reparações na cobertura do pavilhão do peixe, por ameaçar ruína.


 

1942
- Foi inaugurado o Mercado do Calhabé, construído com o intuito de aliviar a pressão sobre o Mercado D. Pedro V, sem que, porém, tenha conseguido este efeito


 

1955
- Foram novamente executadas obras de beneficiação, tendo mesmo sido construído um novo pavilhão de fruta.


 

1965
- Iniciou-se um novo período de grande contestação às condições do mercado e à sua falta de higiene, tendo também sido desenvolvidos novos projectos para a sua remodelação geral.


 

1974
- O Mercado D. Pedro V passou a encerrar ao Domingo.


 

1979 | 26 de Junho 
- Foi adjudicada a cobertura do pavilhão da hortaliça e salsicharia e iniciada mais uma das muitas reparações na cobertura do pavilhão do peixe.


 

1983
 - Foi colocada cobertura no recinto das hortaliças e promovida a construção de um bar de apoio, concluído em 1986.


 

1984
- Foi iniciada a colocação de painéis de azulejo no muro do mercado (e no  muro da Escola Jaime Cortesão), tal como havia sido sugerido em 25 de Agosto de 1928, na edição desse dia da Gazeta de Coimbra.


 

1999 | 19 de Março
- É apresentado e aprovado um plano de intervenção para a remodelação do Mercado D. Pedro V, contemplando um novo projecto, da autoria da Arqª Teresa Freitas e coordenado pelo Engº João Garcia, técnicos do município e que previu a demolição do muro da Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes, o recuo da superfície do mercado, estabelecimentos para o exterior, a construção de dois pisos e parques de estacionamentos subterrâneos, conservando-se apenas a estrutura existente do pavilhão do peixe


 

1999 | Novembro 
- Abertura de concurso público para a remodelação integral do Mercado Municipal D. Pedro V, de acordo com o projecto aprovado nesse ano.


 

2000 | Outubro
- Início das obras de remodelação do Mercado.


 

2000 | Novembro
- Transferência provisória do Mercado para a antiga Fábrica Triunfo, na Rua dos Oleiros, a manter durante a execução das obras.


 

2004 | 17 de Março 
- Foi inaugurado e aberto ao público o Posto de Turismo do Mercado Municipal que, sendo mais um dos postos de turismo da rede municipal, veio enriquecer o Mercado ao alargar o leque de ofertas e serviços que aqui são proporcionados aos seus visitantes e consumidores.


 

2005 | 23 de Março
- Foi inaugurado o Sistema de Informação ao Público e Gestão Ambiental do Mercado Municipal, cujo projecto contemplou a criação de meios técnicos e audiovisuais de comunicação interna do Mercado e sua ligação aos consumidores, através da instalação de um circuito interno de televisão e videovigilância, estruturado para divulgação dos operadores e de campanhas promocionais dos seus produtos e que inclui a criação de um site oficial do Mercado Municipal D. Pedro V, que terá poderá ser acedido a partir do quiosque multimédia igualmente instalado.


 

2005 | 18 de Abril 
- Foi inaugurada a campanha de comunicação externa do Mercado, sob o lema “Sempre Fresco” e com consistiu na decoração das fachadas Nascente e Norte do Mercado com painéis promocionais e na decoração de dois autocarros dos SMTUC igualmente com motivos alusivos ao Mercado, como forma de promoção deste junto cós consumidores.


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